sexta-feira, 6 de setembro de 2013
A CORRENTE Capítulo 13 - Estevão Ribeiro
Na verdade, parte de mim te passou a corrente. Uma parte que você não gostaria de conhecer, eu garanto.
Roberto corre de Plínio o máximo que pode, no meio da multidão esfomeada do centro da cidade ao meio dia. Os pontos do corte no abdômen estão se abrindo, e tem certeza de que se não encontrar ajuda logo não precisará mais fugir. Afinal, mortos não precisam de nada além de um lugar para cair.
Não é este o destino que deseja. Sua vontade de viver lhe fez encarar o demônio em forma de criança e sobreviver. Os limites humanos não são páreo para a força que encara o desconhecido. E este é o pensamento que lhe faz dar mais três passos em direção a um táxi, que encara como um oásis num deserto escaldante.
Seu plano é passar no banco, tirar todo o dinheiro que puder e sumir do mapa, esquecendo tudo o que passou neste maldito lugar. Porém, desmaia poucos segundos depois de entrar no carro.
Sem saber o que fazer com aquele incômodo instalado em seu veículo, o motorista tenta acordá-lo, sem êxito. Ao notar o sangramento do abdômen, não tem dúvidas e o leva para o pronto socorro Santo Antônio. Ali, o enfermo hacker recebe os primeiros socorros – depois de amargar duas horas no corredor sujo e lotado do lugar criado para salvar vidas. Depois de uma busca inútil, Plínio volta para a sua casa na Praia do Canto.
– Ingrid, voltei – anuncia, descontente.
– E aí? Encontrou o desgraçado? Conseguiu arrancar algo dele? Me diga! – pergunta Ingrid, apontando uma faca de cozinha para Plínio.
– Ei! O que você está fazendo? Larga essa faca, Ingrid! Vamos conversar! – Plínio caminha devagar na direção da garota com as mãos levantadas.
– Você encontrou o desgraçado?
– Sim, mas ele conseguiu fugir – afirma Plínio, abaixando os braços.
– Mentira! – ela aponta a faca na altura dos olhos dele. – Você deixou fugir! Vocês estão juntos nessa, não é? Vocês e esses seus truques de internet!
– Ei, ei,ei! Eu não estou nisso não! Por que eu faria isso, menina? Parei com esses lances de fritar máquinas dos outros!
Ela dá mais um passo à frente.
– Meus pais estão mortos! Um bicho nojento tentou me matar e ele conhecia Roberto! Você vai me dizer onde enfiou o seu amigo ou eu te mato!
– Ingrid, m-me escuta! Sou eu, Plínio! A gente “tá” junto! Você acha que eu ia fazer algo ruim com você?
Ingrid hesita. O que são as palavras de uma pessoa com quem ela convive há tão pouco tempo em relação às ameaças de sua mãe, que lhe acompanhara por toda a vida? Porém, sem alternativas e cansada, a garota abaixa a faca. Caminha devagar, sem ânimo, até Plínio, seu aparente porto seguro neste momento de incertezas.
– Me desculpa, Plínio! Eu não sei o que pensar. Meu pai se matou e mamãe queria me matar. Roberto é o único que pode me esclarecer isso.
Plínio a abraça, tomando-lhe a faca. A garota frágil se desmancha em lágrimas no seu peito, enquanto ele tenta extrair alguma informação. Ele não acredita em nada sobrenatural ou em demônios, então toda a história de Ingrid parece inverossímil.
– Tem certeza de que estamos falando do mesmo Roberto? Quero dizer, seja lá o que você viu, poderia estar falando de qualquer pessoa. Se bem que...
– Se bem o quê? – questiona Ingrid, tirando a cabeça do peito de Plínio num ato instantâneo, por reflexo.
Plínio se pergunta se fez bem em pensar alto. Uma vez começado, acha melhor concluir o raciocínio:
– Quando falei em você, ele respondeu citando o seu nick de internet, claramente alarmado.
– E depois?
– Depois... – Plínio faz uma pausa, achando que é tempo de deixar o assunto morrer. – Ele fugiu. Com certeza ele sabe de algo.
– Eu sabia!
Ingrid solta Plínio e começa a andar nervosa pela sala.
– O filho da puta está envolvido!
– Ingrid, olha, está muito difícil de acreditar nessa história.
– Mas é verdade, Plínio!
– Presta atenção e me escuta! Esse “bicho” que você viu disse mais alguma coisa além do nome do Roberto?
– Eu não me lembro... aconteceu tanta coisa.
– Você precisa se lembrar! Houve algo que ela te falou que te chamou a atenção?
– E-eu acho... Eu acho que ela falou... Não sei! A voz dela era horrível.
– Tenta lembrar, Ingrid! – Plínio é taxativo, encarando-a nos olhos.
– Acho que ela falou algo sobre um e-mail... – responde Ingrid, tentando não encará-lo.
– E-mail?
– É. Eu recebi um e-mail estranho hoje de manhã e não respondi, graças ao meu pai e... Ai, meu Deus!
Ingrid chora ao se lembrar do pai. Sentiu uma vontade imensa de vê-lo morto quando ele a feriu com o cinto. É o remorso que a faz cair nos braços de Plínio, lamentando não ter a chance de pedir perdão ao seu pai.
Ele a aconchega novamente no peito, ao mesmo tempo em que tenta entender como um e-mail pode ter algo a ver com aquela bizarra situação envolvendo os dois amigos.
Numa rua sem saída longe de estar deserta, Lídia se vê cercada por olhos curiosos que balbuciam coisas inteligíveis para uma pessoa atordoada. Um pequeno corte na cabeça foi o seu único prejuízo pela ousadia de promover um encontro entre o carro e a parede.
– A polícia está a caminho – diz uma senhora, ao se aproximar da janela quebrada do carro.
– Não! – responde Lídia ao se livrar com dificuldade do cinto de segurança. – E-eu não posso ficar aqui.
– É melhor não se mexer, garota! Você pode estar com algum osso quebrado.
Ignorando as observações da senhora, ela sai do carro, abrindo caminho entre a multidão, acompanhada de murmúrios de desconfiança e espanto. Sem saber para onde ir, liga para Ricardo, irmão de Roberto, na esperança de descobrir algo sobre o hacker.
– Alô.
– Ricardo?
– Sim?
– É a Lídia. Desculpe te incomodar, mas...
– Lídia? Nossa, que bom que você ligou! Seu namorado se meteu em problemas de novo e eu preciso trabalhar. Você tem como fazer um favor para mim, princesa?
– O quê? Roberto está aí?
– Não “tá”, não! O idiota se esforçou demais e abriu os pontos do ferimento! O cara foi parar no hospital Santo Antônio! Aquela latrina, sabe? Mas é de uma irresponsabilidade... Mas, ao contrário dele, eu tenho os meus deveres e não posso faltar. Você podia me dar uma assistência lá com ele?
– Claro! – afirma Lídia, nervosa, mas ao mesmo tempo aliviada ao saber da localização de Roberto. – Estou precisando ir ao hospital, mesmo!
Ao desligar o telefone, percebe que não tem dinheiro para ir até o hospital. Resolve fazer mais uma ligação.
Na casa de Plínio, o clima é de aparente calmaria. Ingrid dorme depois de um dia exaustivo enquanto seu ficante procura pela internet algo sobre o e-mail que Ingrid mencionou.
Ele vasculha a caixa de correio eletrônico da garota. Descobrir a sua senha é bem mais fácil do que achar algo que esclareça a atual situação em que se encontram.
Plínio explora pastas de Itens enviados e Itens excluídos, sem achar nada. Até que, de repente, uma mensagem aparece na Caixa de entrada. Traz na linha Assunto a frase “Você não encontrará nad...” . A frase está cortada, por ser mais longa do que o espaço destinado ao título. Isso atiça a curiosidade do hacker. A mensagem tem o nome da remetente, ainda desconhecida de Plínio:
Bruna.
Ao abrir o e-mail, Plínio não gosta do que lê:
Você não encontrará nada aqui para você, Plínio.
Esta frase é intimidadora o suficiente para o rapaz, fazendo secar sua garganta. Como alguém poderia saber que ele está explorando o e-mail de Ingrid? Tenta agir racionalmente, imaginando que um hacker o identificou e quis lhe aplicar um susto. Receoso, reúne forças para continuar lendo a mensagem.
Deixe a sua namoradinha com os problemas dela! Ela foi forte até agora, mas precisará ser ainda mais, pois é a próxima.
Nunca precisei deixar alguém que não me ajudou vivo. Ela que aproveite o tempinho que lhe resta, pois ainda hoje vai se encontrar comigo...
O texto que vem a seguir o deixa de cabelo em pé, pois parece falar-lhe diretamente, com uma intimidade que nunca sentiu:
Mas não fique nervoso...
Sua hora também não tarda! Tão logo eu terminar com a sua namorada e com um outrozinho, vou lhe fazer uma visitinha.
Lembranças ao Roberto,
Bruna.
Plínio fecha a janela do correio eletrônico pasmo. Sua respiração é de um maratonista em fim de competição. Ele olha para Ingrid e se pergunta como aquilo é possível. Não consegue identificar exatamente como, mas tudo está estranho demais.
Ele abre uma nova janela do buscador. Vai para um site de pesquisa e começa a associar palavras, em busca de respostas para aquela bizarra mensagem que recebera.
– Bruna+e-mail+spam. – dita Plínio enquanto digita.
Mil quinhentos e sessenta e dois resultados são encontrados. Plínio não achou que seria fácil encontrar algo sobre a remetente da mensagem, mas isso parece que vai demorar mais do que ele acha estar disposto a pesquisar.
Duas horas de procura improdutiva passadas, Plínio muda para o Google. Depois de digitar “Bruna” no espaço destinado à pesquisa, ele olha para Ingrid, deitada no sofá. A sala está meio escura, Plínio se distraiu e não viu a noite chegar. Ele fixa o olhar no rosto, em meio à penumbra das dezoito horas, e percebe que ela está de olhos abertos, exibindo um sorriso macabro.
O rapaz se assusta, mas consegue conter o grito espontâneo que quase soltou. E ao piscar os olhos, vê que ela ainda está dormindo.
Quando volta a olhar para o site de pesquisa, percebe que o nome Bruna está em vermelho, assim como um pequeno botão abaixo da palavra, escrito Estou com sorte!
Plínio clica no botão, que o leva para uma nova janela, num tom escuro de azul, que cobre toda a tela. Uma pequena bonequinha negra aparece, dançando em cima de uma barra vermelha que gradualmente era preenchida pela cor amarela.
– Está carregando – afirma o hacker, tentando se acalmar.
Plínio acompanha pacientemente os números. Enquanto a contagem vai de 0 a 100, tenta imaginar o que espera. As mãos suam e ele as aperta, estalando todas as suas articulações.
Com a barra carregada, um pequeno vídeo é aberto no centro da tela. Uma menina negra está sentada numa cama, num quarto mal iluminado. Ela olha diretamente para frente e parece estar vendo Plínio em sua casa, fazendo-o suar ainda mais.
Seu olhar nada tem de infantil e parece ser capaz de matar de medo.
– Se você está vendo esse vídeo, é por que lhe passaram a corrente, ou melhor, eu te passei uma corrente, mas não conseguiria chegar até você sem ter acesso ao seu endereço, e é aí que uma terceira pessoa entra. – diz a menina, levantando da cama.
– Jesus! – exclama Plínio, assustado com a garotinha. Sua fala era de uma adulta num corpo de criança. Seus olhos perdidos no tempo mostram que há muito não possuem vida. E ela fala como se proferisse uma sentença de morte. A sua própria.
– Na verdade, parte de mim te passou a corrente. Uma parte que você não gostaria de conhecer, eu garanto. Mas não quero falar disso. Eu preciso achar o seu amigo hacker. Você pode me ajudar?
Plínio fica prestando atenção sem saber o que fazer. Ele a encara e ela parece respondê-lo do mesmo modo. Ele espera que ela saia do silêncio e dê prosseguimento ao vídeo, pois está com medo, mas não menos curioso.
A garotinha se aproxima da tela, olha Plínio nos olhos e diz:
– Você vai me ajudar a encontrar o Roberto, Plínio?
– O quê?! – grita Plínio, aterrorizado com a pergunta. Ele afasta a cadeira para trás com o susto, mas o móvel não consegue acompanhar o movimento e prende no tapete, fazendo-o cair.
– Você tem que me ajudar, Plínio! Só assim conseguirá se salvar! – intima a garota no computador. O monitor começa a chacoalhar como se fosse a jaula de um animal faminto.
Plínio levanta e desliga o computador no botão, porém nada acontece. A máquina começa a derreter, exalando um odor de plástico queimado. Toda a confusão faz com que Ingrid acorde, desesperada. – O que está acontecendo?
Ela pula do sofá.
– Tem algo no meu computador! – grita Plínio, agachando-se desesperado em direção à tomada e conseguindo retirar o plugue com um forte puxão.
A máquina para de se mexer. Segundos depois, Plínio senta no chão, aliviado.
– Temos que ligar para a polícia. – diz Ingrid, já correndo em direção ao telefone.
– E dizer o quê? Eu não sei ao certo o que vi, Ingrid, mas com certeza ninguém acreditará se dissermos.
– Você tem ideia melhor?
O silêncio de Plínio mostra para Ingrid que ele era obrigado a concordar com ela. Sozinhos, eles não são páreo para o que estão enfrentando.
Hesitante, Ingrid repousa a mão sobre o telefone, olhando para Plínio. Espera algum sinal para fazer a ligação. O hacker a olha inseguro por alguns instantes e depois consente, inclinando um pouco a cabeça para baixo.
Quando a jovem ameaça tirar o aparelho do gancho, ele toca inesperadamente, fazendo ambos pularem de susto. Um segundo toque é ouvido. Ingrid tenta recobrar-se, levando a mão ao peito. Olha novamente para Plínio, esperando que ele cumpra o dever de atender o chamado, mas ele continua estático. Um terceiro toque é ouvido.
Não vendo outra solução, Ingrid leva a mão ao telefone e, levando-o rapidamente ao ouvido, fecha os olhos, esperando ouvir uma voz diabólica, amaldiçoando-a por toda a vida.
Porém, ao invés disso, ela ouve uma sequência de notas eletrônicas que demoram a ser codificadas pelo seu cérebro apavorado.
– É a cobrar.
– Não atenda. – afirma Plínio.
– Alô? – indaga Ingrid, contrariando a orientação recebida.
Silêncio.
– Com quem quer falar? – continua, sem obter resposta. – Se não falar, vou desligar, hein?
Mas a garota percebe que o silêncio não é total. É possível ouvir uma fraca respiração, som de carros passando, ruídos urbanos.
– Então? Vai falar ou não? – insiste, dando uma última chance ao misterioso indivíduo do outro lado da linha, que resolve romper o silêncio.
Ingrid ouve atentamente às primeiras palavras e as guarda para si por segundos. Depois, tapa com uma das mãos o fone e dirige-se a Plínio:
– É uma amiga sua. Você vai querer falar com ela?
– Não dá para falar com ninguém hoje, Ingrid! Temos um problemão nas mãos e...
– É a Lídia.
Imediatamente Plínio pensa em Roberto e corre até o telefone.
– Roberto! Com certeza ela sabe onde está o miserável! Alô? Lídia?
– Oi, Plínio! Olha, desculpe ter ligado a cobrar, mas está acontecendo tanta coisa comigo...
– Não esquenta com isso não, Líli. Diga em que posso ajudar que depois preciso de uma coisinha de você, também.
– Sério? O que é?
– Não, não. Primeiro você. Pode falar.
– É que estou com um problema com o Roberto. Ele tem agido de maneira estranha ultimamente. Aliás, não só ele, mas isso está me preocupando.
– O Roberto?
– É. Agora mesmo ele está no pronto-atendimento Santo Antônio com os pontos da barriga abertos, graças a umas coisas que aprontou. Eu também estou machucada. Tem algo estranho acontecendo, Plínio.
E com certeza Roberto tem culpa nisso.
– Onde você está? – questiona Plínio, sinalizando para que Ingrid pegue algo para escrever.
– Em Andorinhas.
– O que você está fazendo nesse mangue, Líli? – pergunta, surpreso.
– Só vou saber quando encontrar o Roberto.
No sexto andar de um apartamento em São Paulo, um rapaz de 19 anos escreve freneticamente, debruçado sobre o computador.
A decoração do quarto mostra suas preferências: máscaras estranhas penduradas, réplicas feitas de resina de extraterrestres em potes de maionese, pôsteres de filmes macabros e alguns CDs do Marlyn Manson espalhados pelo chão.
Jeremias é fascinado pelo bizarro.
Neste momento, está atualizando seu site de lendas urbanas, onde cataloga todas as histórias de mitos que circulam pela internet em forma de spam. Ele adora isso. Boa parte das histórias sobrenaturais disponíveis no site é de sua autoria – Jeremias se orgulha de ter criado correntes que se espalharam para diversos países, foram traduzidas para outros idiomas e acabaram em pelo menos um computador de cada nação do globo terrestre. Não há satisfação maior para ele do que receber uma de suas próprias correntes, mandada por uma pessoa completamente estranha, muitas vezes alterada, ou até mesmo com algum testemunho do remetente, dizendo o que aconteceu com ele.
Depois de algumas horas de trabalho, Jeremias, ou melhor, Jason13, como é conhecido pelos frequentadores de seu site, finaliza o expediente. Olha sua caixa postal, onde confere os resultados do seu esforço de disseminar o medo na rede. Há alguns meses, o movimento no site tem diminuído e ele tem recebido poucas mensagens, excetuando as corriqueiras, como as de anúncio de cigarros, estimulantes eróticos e pornografia. Ele ainda se reserva o direito de bloquear uma série de pessoas que lhe mandam coisas que não lhe interessam. É frustrante para alguém receber algo como “Você não está autorizado a mandar mensagens para este e-mail”. Talvez esse seja mais um dos motivos de muitos não gostarem de Jason13: ele só recebe mensagens de quem escolhe ou sobre as consequências de suas correntes.
– Ah! Uma finalmente! – fala Jeremias, ao ver a única nova mensagem, que tinha como remetente uma figura que teria muito para adicionar ao seu site de correntes. Na área destinada ao campo Assunto, pode-se ler “Passe esta mensagem para sete pessoas.”
– Bruna, Bruna... Será que eu conheço essa garota? – indaga-se clicando no e-mail.
A tela muda e a barra indica que a mensagem está sendo carregada. Segundos depois, Jeremias se depara com um texto que, salvo algumas pequenas modificações aqui e ali, ele já viu centenas de vezes. – Que falta de originalidade! – diz Jeremias, deletando a mensagem. Logo em seguida chega outra, ele a deleta da mesma forma. A terceira, porém, chega com a frase “Pare de apagar as minhas mensagens!” na linha Assunto.
Curioso, Jeremias abre o e-mail e passa os olhos rapidamente pelo texto.
– Oh! a menina vacilou. Mandou o e-mail antes de finalizá-lo, sem querer! – conclui, lendo o último parágrafo, para tentar descobrir o que a garota iria escrever.
Sei que você não acreditará nesta história, mas quando terminar de ler este texto, constatará a veracidade dela e se arrep
Assim que termina de ler o parágrafo inacabado, Jeremias sente a curiosidade aumentar e resolve voltar ao início do texto, para lê-lo com mais atenção. No entanto, quando fixa os olhos na primeira frase, sente gelo correr em suas veias. Logo ele, que costuma dar sustos em milhares de usuários com suas correntes, e que nunca achou que iria se assustar com um punhado de palavras inocentes montadas de forma intimidadoras:
Eu sabia que você ia acabar lendo esta mensagem, Jeremias. Você ganhou alguns segundos de vida.
No próximo capítulo...
– O que houve, Roberto? – indaga.
– Leda está lá fora!
Universidade americana oferece curso extracurricular gratuito baseado em The Walking Dead

Quantas vezes sua mãe mandou você sair do
computador, deixar “essas bobagens de
zumbi de lado” e ir estudar?
E se você pudesse dizer: “Agora não posso, estou fazendo um curso online da Universidade da
Califórnia!” Que orgulho, hein? Pois é, agora você pode!
A Universidade da Califórnia – Irvine está
oferecendo o curso de oito semanas “SOCIEDADE, CIÊNCIA, SOBREVIVÊNCIA:
LIÇÕES APRENDIDAS COM THE WALKING DEAD”. Isso mesmo. Um curso
extracurricular sobre… THE WALKING DEAD!
O curso tem a duração de oito semanas e é
completamente gratuito, bastando para os participantes dispor de 2 a 4 horas da
semana para o curso e ter uma boa compreensão de inglês, além de ser maior de
18 anos.
Os ministrantes serão professores da referida
Universidade, todos em nível de PhD em diversas áreas, que conversarão sobre
saúde e disseminação de epidemias no contexto da história, uso racional de
energia, vida em sociedade, nutrição, controle de danos e manejo de desastres.
Ou seja, as bases científicas da sobrevivência no apocalipse zumbi.
Como material didático, além de cenas do aclamado
seriado da TV, haverá depoimentos exclusivos do elenco, falando de seus
personagens, assim como leituras acadêmicas e não-acadêmicas sobre os assuntos
abordados, sempre com o foco em The Walking Dead.
As aulas sempre terão lugar a partir do dia seguinte da estreia do episódio nos
EUA, mas, devido aos diversos fusos horários e datas de lançamento em outros
países, você pode acessar o conteúdo após o episódio no seu país, ao longo da
semana. Ao final do curso, você terá desde noções de matemática e biologia até
um perfeito conhecimento a respeito dos efeitos de sempre se dormir com um olho
aberto, à espera do próximo zumbi.
O curso vai explorar os seguintes tópicos:
• A hierarquia de necessidades de Maslow –
sobreviver significa apenas estar vivo?
• Ordem social e estruturas – da fazenda e da prisão
até Woodbury.
• Identidade social, papéis e estereotipação:
conforme foi mostrado através de líderes como Rick e o Governador.
• O papel da saúde pública na sociedade – do CDC até
a organização das comunidades locais.
• A propagação de doenças infecciosas e a dinâmica
das populações – multiplicam-se!
• O papel da energia e do impulse no controle de
danos – como se proteger melhor?
• Nutrição no mundo pós-apocalíptico – os esquilos
são realmente bons para você?
• Como lidar com o stress em situações de desastre –
qual o efeito a longo termo de sempre dormir com um olho aberto?
No final do curso, você será capaz de:
• Descrever como as doenças infecciosas – como uma
epidemia zumbi – se propagam e são resolvidas.
• Aplicar muitos modelos de sociedade e da
hierarquia de necessidades de Maslow para existir e as sociedades emergentes
como meios de compreender o comportamento humano.
• Analisar os papéis sociais existentes e
estereótipos conforme existem hoje e em um mundo emergente.
• Debater o papel das organizações de saúde pública
na sociedade.
• Descrever como equações matemáticas para a
dinâmica das populações podem ser usadas para estudar a propagação de doenças e
intervenções.
• Aplicar conceitos de energia e de impulso
apropriadamente quando analisar colisões e outras atividades que inflijam ou
previnam danos.
• Sintetizar múltiplos métodos de como lidar com o
stress em situações de desastres.
O curso vai de 14 de outubro a 20 de dezembro, e
você pode se inscrever no website oficial e seguir no twitter para tirar suas dúvidas.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Mapa zumbi justifica a compra do novo pacote em Call of Duty: Black Ops 2 - Apocalypse DLC

Com o lançamento de Call of Duty: Ghosts, a Activision lança o quarto e último pacote de mapas para Call of Duty: Black Ops 2. Como de costume nos últimos anos, saem quatro DLC's para cada jogo, com quatro mapas multiplayer novos, além do modo zumbi. E o BLOG DA SISSI vai se ater apenas em abordar brevemente Apocalypse, onde são os mortos-vivos que fazem a compra do pacote valer a pena.
Em Origins
você encontrará o melhor do DLC. E o grande motivo para adquirir Call of Duty: Black Ops 2 - Apocalypse é
justamente o mapa zumbi. O clima aqui é tenso, angustiante e sombrio durante
todas as partidas. Além de escuro, o cenário possui uma grande variedade de
locais para se esconder ou duelar, como bunkers, igrejas, laboratórios e
trincheiras. Outra boa novidade é o gerador de energia. A cada gerador ligado,
um zumbi especial vem atrás de você para deixar a tarefa mais árdua.

Outra adição é a possibilidade de controlar um
tanque de guerra - melhor ainda é que os zumbis tem o seu próprio blindado. Mas
o melhor de tudo é mesmo o robô gigante de Origins. Uma tremenda máquina que
pisoteia tudo e transmite a sensação de desespero e aflição para quem está
jogando no mapa. Este é o melhor conteúdo do pacote, desde a construção de seu
cenário, aos detalhes visuais e, principalmente, às adições dinâmicas
proporcionadas pela Treyarch.

Para os jogadores que gostam de enfrentar zumbis, Origins é motivo suficiente para adquirir o
DLC.
Gameplay
Rick defende a prisão em pôster da quarta temporada de The Walking Dead

A AMC divulgou o primeiro pôster oficial da quarta
temporada de The Walking Dead. A arte
mostra Rick Grimes (Andrew Lincoln) e uma cerca de proteção da prisão
danificada.
A quarta temporada de The
Walking Dead estreia no dia 13 de outubro na AMC e no dia 15 de
outubro na FOX Brasil.
Sinopse da 4ª Temporada
"Na tão
aguardada nova temporada, encontramos Rick e o grupo construindo uma próspera
comunidade no porto seguro da prisão. Infelizmente, nesse mundo brutal, a
felicidade é curta e nem walkers nem as ameaças externas são páreo para o
perigo emergindo de dentro das cercas da prisão. O lar do grupo e novo modo de
vida serão exaustivamente testados, e sua luta para sobreviver nunca foi tão
perigosa”. A quarta temporada também
apresenta vários novos personagens, incluindo Bob Stookey (Lawrence Gilliard
Jr., “The Wire”).

quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Sequência de Todo Mundo Quase Morto teria invasores de corpos
O diretor Edgar Wright fala em uma sequência para Todo Mundo Quase Morto há bastante tempo, porém, devido ao sucesso que alcançou e a outros projetos, o filme acabou nunca acontecendo. Em uma entrevista à revista Empire sobre The World’s End, Wright falou um pouco sobre quais eram seus planos para a continuação e como suas ideias acabaram dando origem ao seu longa mais recente.
“Isso já tem muito tempo, mas em algum momento havia uma ideia boba, uma daquelas ideias utópicas que nos deixaram animados por uma tarde, e depois nós pensamos ‘Isso é impossível…’ – quando nós pensamos em fazer uma continuação de Todo Mundo Quase Morto na qual haveria uma realidade alternativa”, revelou o diretor. “Shaun iria virar à esquerda, em lugar de virar à direita, e, ao invés de um filme de zumbis, seria – sei lá – um filme sobre invasores de corpos”.
“Mas uma das coisas boas que surgiu daí foi que havia algo legal sobre ficção científica paranoica, do tipo de John Wyndham e John Christopher, na qual a ameaça é inteligente e pode falar e está reivindicando identidades”, afirmou Wright. “Faz uma boa ligação com a ideia de reunião e se esses personagens mudaram. Você tem quatro caras que se tornaram adultos, você tem Gary King, que finge ser um adolescente, e você tem essa cidade, que é uma cópia estranha do que eles conheciam, então sempre foi algo ligado ao tema sci-fi”.
Doença em pombos na Rússia deixa as aves como "zumbis"

Preocupados com o comportamento dos pombos de
Moscou, vários russos entraram em contato com autoridades para relatar que as
aves indefesas, tão comuns por aí, estavam agindo como “pombos zumbis”.
E o que seria, exatamente, um “pombo zumbi”?
De acordo com os moscovitas, os pássaros ficaram
extremamente letárgicos e aparentemente sem medo de nada, de um dia para outro.
O ouvinte de uma rádio contou que os pombos
costumavam voar quando alguém passava perto deles, e que agora simplesmente não
prestam mais atenção a ninguém.
“Eu vi alguns pombos se comportando de maneira
esquisita, andando em círculos…”, disse o homem à rádio.
Outras pessoas relataram que viram pombos perdendo o
equilíbrio e caindo do parapeito de janelas, ou ainda descansando seus bicos
apoiados ao solo.

Para as autoridades sanitárias, as aves podem estar
infestadas de parasitas e sofrendo de problemas intestinais.
Na tentativa de acalmar os temores dos internautas
que passaram a comentar o “apocalipse dos pombos” nas redes sociais, o vice-prefeito
de Moscou, Leonid Pechatnikov, tratou de dizer que não havia risco de contágio
para os humanos.
Só que a Unidade Federal de Inspeção Veterinária
contradisse o vice-prefeito, informando que os pássaros podem ser vítimas de um
mal conhecido como "Doença de Newcastle", altamente contagiosa e que pode
causar sintomas de gripe e infecções nos olhos de humanos.
Uma terceira hipótese ainda foi acrescentada pelo
Comitê Veterinário do país: lesões no fígado e intestinos de pombos mortos
podem indicar contaminação por salmonela, bactéria que também pode atacar
humanos.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
O diário do Sr. Welldone
Olá.
Eu sou o Sr. Welldone.
Eu assisti a foda entre seus pais que te gerou a vida e eu gritei de horror.
Eu te vi nascer você parecia mais um parasita, sem pêlos e engasgos, isso me fez cerrar meus dentes de ódio, cerrando outras vezes e de novo e de novo e de novo e de novo até que eles ficassem alinhdos na minha boca.
Eu vou vê-lo se desgastar e envelhecer, verei vc sentir suas costas mais pesadas e seu corpo mais fraco e eu acharei isso engraçado e rirei, risos e mais risos. Vou ver o seu cadáver dissecado cheio de produtos químicos superficiais, enterrado na sujeira para alimentar os seres do submundo que vivem embaixo da terrra, porque também é pra la que vc esta indo.
É para o inferno que vc esta indo.
Eu sei os segredos desta terra, na verdade, ja sabia todos os segredos antes dela existir. Eu vou trazer o fim, e você não pode me parar.
Você escuta esses contos e você não sabe que a cada você ouvi, cada vez que você compartilhar, cada vez que algém recontar, cada vez que mais alguém saber da minha existência, você acelera o processo de destruição do seu mundo.
Por que existe outros como eu que verifica esses contos. Eles estão te procurando agora. Quando minha história é contada alguns fatos podem ser falsos ... mas alguns serão no mínimo angustiante. Outros deixarão cicatrizes para o resto de seus dias. Outros serão reescritos com o sangue de sua carne.
E sua carne será usada para construir mais, e mais, e mais contos. Aumentando cada dia mais a lista de curiosos que querem saber sobre mim.
E eu vou sorrir, com meus dentes cerrados firmimente, firmimente, firmimente até ouvir um pequeno estalo em binha boca. Meus olhos não piscam; vendo tudo cair do lugar; olhos grandes e vazio; que se enchem de lagrimas e murcham saborosamente, prolongando minha agonia.
Até que estou animado. Estou muito animado.
Porque mesmo depois do que eu disse, você ainda continua ouvindo este conto. A parte mais doentia de sua mente é que ela adora ouvir esses sussurros, fazendo com que você escute o verdadeiro horror, a dor, o sangue, a morte. Você tambem quer sentir. Você quer ver o que está escondido no escuro, o que esta além da visão, olfato, paladar, audição e tato.
Continue.
Continue a ouvir.
Eu vou te contar coisas tão maravilhosas.
No escuro
Olá.
Não é o que você não pode ver no escuro que você teme.
Parece que a maioria têm-se confortado com essa afirmação banal: "as pessoas temem o desconhecido." A humanidade encontra um conforto estranho nesta declaração. Se as pessoas, de fato, temem o desconhecido, esta afirmação seria semelhante a você fechar os olhos nesse exato momento, vamos, feche seus olhos, mesmo que vc esteja com medo e ainda esteja de olhos abertos me responda, você teme este espirito que esta ao seu lado?
Não, não é o que você não pode ver no escuro que você tem medo.
Mas é o que você vai ver se você olhar por um longo tempo para ele. Você vai ver que o que esta na escuridão são os mesmos que estão na claridade, os espiritos e criaturas estão o tempo todo te cercando, mas é sempre no escuro que eles ficam mais faceis de serem vistos através do seu subconciente Não é? Não éééé?
Sim, vocês temem o escuro por uma razão.
Mas o motivo não é o que você pensa que seja.
A imprudência dos ignorantes
Olá.
Muitos dos seus colegas, são destacados por serem mais inteligêntes, ou pelo menos se acham inteligêntes, mas todos, todos até você não tão inteligênte quiseram presenciar algum evento "sobrenatural". Que termo repugnante e paradoxo que vocêm aplicam na palavra "sobrenatural". Como algo pode ser “Sobrenatural” se esses eventos acontecem a todo tempo.
Não esta certo.
Muitas dessas almas "ignorântes", que partiram em busca das emoções noturna do desconhecido descobriram que existe um pouco a temer, apesar do suor frio que sentiram optaram por simplismente chamar de "sobrenatural" a percepção de vidas além da morte.
Que tolos.
De fato, as próprias forças estão em excesso, como uma pessoa pode achar que ele ou ela nunca verão nada além do mundano. São aqueles que abraçam o medo que encontram provas muito mais surpreendente de entidades terrenas e energias além da nossa compreensão atual.
O medo é mais do que um aviso biológico para o perigo iminente, é um sentimento, um pouco diferente do que os cinco sentidos que a maioria das pessoas estão familiarizada. Para ignorar o seu medo basta ignorar os segredos que estão além da sua compreensão atual.
Darei um pequeno e racional conselho aos que desejam confirmar a existência do "sobrenatural":
“Assuma que você tem medo.
Acenda uma fraca fonte de luz no meio do escuro.”
Você vai ver essas coisas maravilhosas.
As Sombras
Olá.
De todas as coisas mais maravilhosas para ser visto no mundo, a melhor delas encontra-se na periferia do mundo, o superficial, o material, o valor, miserável, horrível , detestável, desprezível, repugnante, da qual a realidade humana sem espirito se apega.
Perdoe-me.
Mas, ainda ha brilho no canto dos olhos dos que vivem meio ao lixo. Aquelas pobres almas esquecidas pela humanidade que para a sorte deles nunca conseguirão um espaço nessa sociedade assombrosa que você vive, seu meio social me causa um medo vago, meus olhos desejam se fechar ao sentir as luzes sendos apagadas na noite, sem o menor desejo de abri-los novamente ao menos que a luz reconfortante da manhã dissipa as possibilidades da escuridão.
Que desperdício. Que ridículo.
Abra seus olhos e use os recursos deste órgão maravilhoso fantástico que lhe permite a visão. Mantenha eles sempre abertos quando for ao banheiro esta noite, Eu sugiro que você preste atenção ao negro e frio dos corredores que te esperam do outro lado da porta. Olhe atentamente para que você possa ver, fora de lugar com o silêncio característico da noite, rapidamente passando para destinos desconhecidos.
Por nada o desafie
Nada. Nada. Nada.
Algumas coisas estão para ser vistas e não para interagir de outras maneiras.
Pois eles acreditam que ainda não podem ser vistos, eles estão te invejando a capacidade que você tem de viver.
Oh, sim. Só viver.
Siga a risco.
Olhe, mas não toque. Ou fale. Ou saboreie.
Só então, talvez, você vai ouvi-lo. Fracamente na primeira ocasião, mas as proximas ocasiões será impossivel de ignorar. Mesmo com o vento forte, tudo fica muito claro para eles, olhando de lado para você a partir dos cantos de seus refúgios mais seguros, mais sagrados, você sabe que esta la, mas não sabem quem esta la.
Se contenta-se em apenas observar.
Isso contenta-se.
Esse contentamento é a única barreira contra a sua depredação.
Se você puder fazer isso, se puder suportar as tentações da escuridão e ter controle de si mesmo essencialmente, Talvez então você estará preparado.
Preparado para mais.
Muito mais.
Coisas Que Você Vai Ver
Olá.
Contos sobre criaturas estranhas, ocorrências e avistamentos persistem desde os primeiros dias da humanidade até hoje. Para descartá-las e deixa-los de lado é loucura, há quem acredita cegamente.
Mas para aqueles que procuram no escuro, verão horrores que vai quebrará a sua mente humana. Se é que ha uma mente para ser destruida.
Houve uma época em que o homem percebeu o seu lugar no universo. Mas as coisas mudam. Sempre mudam. Estão sempre mudando. No entanto, mesmo na história recente houve aqueles que entenderam. No entanto, muitos se preocupam tanto em saber de onde realmente veio a vida ao invés de apenas vive-la, acreditam que a vida é para sempre.
Que desperdício. Desperdício. Desperdício.
A maioria não entende, nem nunca vai entender. Não é apenas o medo e a negação cega. Mesmo quando descobrirem a verdadeira origem a mente humana deles novamente irão se fechar desesperadamente tentando encontrar alguma explicação irracional para manter a "sanidade".
Sanidade. Outro termo repugnante criado e adotado para uma sociedade futil.
Somente aqueles ousados o suficiente para procurar no escuro, sem visão e sem qualquer sentido, vai saber as antigas "verdades".
Você vai ver, e você vai entender o seu lugar. Você vai experimentar sentimentos tão poderosos e variados que você não será capaz de atribuir palavras para descrever a experiência.
E então tudo vai terminar.
Entrertenimento para o final
Olá.
É possível algo ser simultaneamente divertido e enojoativo?
Aparentem
ente sim. A humanidade me enoja por seu disputas constante por pequenos pedaços de papeis de diferentes números e valores, os conflitos hierárquicos de poder que só existe na imaginação das pessoas envolvidas eo uso inútil de suas vidas, a fim de sustentar ---- nada além de um nível insignificante de conforto.
Estou enojado.
E, ainda assim, eu também estou entretido. É como ouvir alguma piada cruel se desdobrar. Me Sento, à espera de algum humano descobrir sozinho os poderes que eles tem mas que ainda são desconhecidos pra vocês, mas tão poucos estão dispostos olhar para o escuro para descobrir. Tão cheio de si mesmos, parecem certeza de que você já conhece o funcionamento do universo.
Vocês não precisam de mim para ver seu mundo ser destruido, vocês ja fazem isso por mim.
Eu não posso esperar.
Eu não posso esperar para ver sua cara após descobrir que o que todos procuravam, todos os segredos da origem da vida, estavam bem diante dos seus olhos
Eu não posso esperar para ver todo o fim.
Eu não posso esperar para vê-lo gritar e sofrer.
Um magnífico som de carne sendo despojado dos seus ossos, que serão usados para os caprichos da destruição mais horrível da parte consciente do universo e de teu testemunho.
Será um maravilhoso sabor de vingança por ter sido submetido a sua monotonia.
No entanto, eu ainda desejo ter seus olhos para poder ver todos os cosmos que vagam pelo mundo.
Mas eu também anseio para arrancar seus órgãos a partir de suas posições de funcionamento seguro. simplesmente para saborear a expressão de dor e terror em seus rostos.
Eu me pergunto se sempre se vocês serão sempre dessa forma.
Eu me pergunto o que vou fazer quando vocês descobrirem a verdade.
Eu não posso esperar.
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